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Mostrando postagens de Fevereiro, 2013

AMERICAN NINJA V (1993)

Ufa! Finalmente chegamos ao quinto e último filme da série AMERICAN NINJA! Já não aguentava mais escrever sobre sujeitos de pijama levando cacetada. Até porque depois do segundo filme, o nível da franquia cai absurdamente, com exceção do quarto capítulo, que ainda possui alguma graça.

Mas vamos lá. AMERICAN NINJA V possui duas peculiaridades principais:

a) É o único filme da série que não possui qualquer ligação direta com os demais episódios;

b) É o pior filme da série.

A questão “a” implica que agora tenhamos um novo protagonista. Ou seja, um outro americano que, por um acaso, possui conhecimento de ninjitsu. Portanto, David Bradley não repete seu personagem, Sean Davidson, mas um tal de Joe Kastle que o filme não faz muita questão de explicar suas origens, sua personalidade, mas acaba não fazendo muita diferença, já que versatilidade não está no repertório do ator em questão. É o Bradley... Ele poderia fazer Hamlet ou o Conde Drácula que seu desempenho seria praticamente o mesmo.

AMERICAN NINJA IV: THE ANNIHILATION (1990)

AMERICAN NINJA sem Michael Dudikoff é o mesmo que pizza sem Coca-Cola. Não dá jogo. Não teve David Bradley que o substituísse. Sendo assim, resolveram trazer o homem de volta para o quarto filme da série. Na verdade, parece que haviam algumas obrigações contratuais e Dudikoff não teve como escapar. Mas só a sua presença neste aqui já coloca AMERICAN NINJA IV muito acima do episódio anterior.

No entanto, se notarem o cartaz aí ao lado, vão perceber que aparecem juntos o Michael Dudikoff E o David Bradley. Já que, infelizmente, o Steve James dessa vez não estava disponível, mantiveram o Bradley no elenco.

Mas vamos à trama. Bradley começa AMERICAN NINJA IV como suposto protagonista. Do capítulo anterior pra cá, de alguma maneira, seu personagem, Sean Davidson, se tornou um agente do governo americano. É, então, enviado a mais um país subdesenvolvido qualquer para resgatar um grupo de soldados americanos que foi capturado por ninjas comandados por um sádico e ganancioso militar britânic…

AMERICAN NINJA III: BLOOD HUNT (1989)

Já começamos mal neste aqui pela ausência do Sam Firstenberg na direção, que não era lá um John Woo, mas pelo menos comandou os dois filmes anteriores muito bem à sua maneira. E também sentimos falta do protagonista Joe Armstrong, encarnado pelo Michael Dudikoff, que resolveu dar um tempo para não ficar tão marcado pela série. Só que o sujeito se deu mal. Além de não conseguir deslanchar na carreira (a não ser em produções de baixo orçamento), dificilmente não terá seu nome associado à série AMERICAN NINJA.

Mas antes fossem apenas esses os principais problemas de AMERICAN NINJA III. O filme é decepcionante em vários sentidos possíveis.


De qualquer forma, cá estamos. Chegamos ao terceiro filme da saga dos ninjas americanos, dirigido agora por um tal de Cedric Sundstrom. Você leu direito, eu escrevi ninjas no plural. Porque o lugar de Joe é ocupado agora por Sean Davidson, vivido por David Bradley, que na infância viu seu pai ser assassinado e acabou sendo criado por um mestre ninjitsu

AMERICAN NINJA 2: THE CONFRONTATION (1987)

AMERICAN NINJA 2 foi reprisado um zilhão de vezes na Sessão da Tarde, no fim dos anos 80 e início dos 90, e devo ter conferido todas! Ok, exagero... Mas bastou colocar o filme na agulha ontem para rever e as suas cenas e imagens começaram a surgir na minha mente de maneira nostálgica, como se eu estivesse retornando a um lugar muito familiar...

A continuação de AMERICAN NINJA, realizado dois anos depois, reúne novamente o diretor Sam Firstenberg e o astro Michael Dudikoff, numa aventura mais simples, com mais ação e muito mais do melhor que já havia no filme anterior: STEVE JAMES! Dessa vez ele deixa de ser apenas um coadjuvante cool e badass e passa a ser um parceiro inseparável cool e badass, que divide a tela com o herói em quase todos os momentos. E quanto mais Steve James, melhor!


Na trama, Joe Armstrong (Dudikoff) e Curtis Jackson (James), em missão para o governo americano, são enviados a uma base da marinha numa ilha caribenha para tentar desvendar os misteriosos sequestros de…

AMERICAN NINJA (1985)

Em uma época em que os adeptos da arte ninjitsu bombavam nas telas de cinema e vídeo locadoras, AMERICAN NINJA, produzido pela saudosa Cannon Group e dirigido por Sam Firstenberg, teve a proeza de ser um dos mais representativos exemplares realizados no ocidente. Pelo menos é a impressão que eu tenho. É um daqueles filmes que bate uma nostalgia boa dos velhos tempos, de quando éramos crianças, chegávamos em casa depois da aula e podíamos assistir a um filme de luta passando na TV. Como eu tenho pena da molecada de hoje...

Enfim, curiosamente, apesar do meu gosto por esse tipo de produção, nunca mais revi AMERICAN NINJA depois daquela época... Até ontem! Podemos dizer que ainda se trata de uma obra prima para o olhar ingênuo e infantil, mas vê-lo hoje é perceber como é muito mais bobo do que se espera e cheio de falhas. Mas por que estragar a diversão importando-se com esses detalhes? É exatamente o fator “tão ruim que chega a ser bom” que dá um charme interessante... O negócio é rela…

CONSPIRAÇÃO FATAL (Storm Catcher, 1999)

STORM CATCHER é um caso interessante, porque há alguns anos o saudoso Carlão estava escavando a filmografia do Anthony Hickox, filho do diretor Douglas Hickox, e relatando suas valiosas descobertas em seu blog, como CONSEQUENCE e LAST RUN, ambos com o Armand Assant. E Hickox dirigiu dois filmes com o Dolph Lundgren, sendo que um deles, STORM CATCHER, pelas palavras do Carlão, parecia ser uma obra prima obscura do cinema de ação, um verdadeiro milagre da natureza gravado em pelicula, etc... Bem, fui conferir e infelizmente não consegui enxergar o mesmo filme.


Mas não quer dizer que seja ruim! O Dolph tem filmes melhores? Sim, claro. Mas para quem curte o gênero nos moldes do baixo orçamento ou é fã do sueco, vai encontrar em STORM CATCHER aquilo que procura: um bom entretenimento, divertidas cenas de ação, atuações ruins, historinha boba, precisa de mais alguma coisa para uma tarde chuvosa de domingo, acompanhado de algum inebriante e uma turma que sabe apreciar esse tipo de produção?

A FORÇA EM ALERTA 2 (UNDER SIEGE 2: DARK TERRITORY, 1995)

Steven Seagal começou sua carreira de action heroe mandando muito bem desde seu primeiro trabalho, NICO, ACIMA DA LEI (1988). Aliás, e isso eu sempre repito por aqui, seus quatro primeiros filmes são excelentes exemplares de ação, independente se tu gostas ou não do ator de rabinho de cavalo. Mas foi com seu quinto longa, A FORÇA EM ALERTA, que o sujeito alcançou o seu maior sucesso comercial. Já comentei sobre o filme aqui, mas vale lembrar que se trata de uma espécie de “DURO DE MATAR em um navio militar”, numa bela época em que “DURO DE MATAR em qualquer situação” funcionava tão bem quanto a combinação Robert Mitchum e film noir na década de 40 e 50. Ou seja, uma maravilha.


E já que A FORÇA EM ALERTA fez tanto dinheiro, por que não trazer o personagem do ex-agente especial militar, agora cozinheiro, Casey Rybeck, de volta em uma nova aventura? Portanto, surgiu A FORÇA EM ALERTA 2, dirigido por Geoff Murphy e escrito por Matt Reeves (que faria alguns anos depois CLOVERFIELD e a ref…