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Mostrando postagens de Março, 2013

RANKING ANOS 2000

A LIGA DOS BLOGUES CINEMATOGRÁFICOS está preparando entre seus membros um ranking com os melhores filmes da primeira década do século XXI. Já tinha postado algo assim aqui no blog, mas resolvi fazer algo mais completo e tentando, na medida do possível, colocar uma ordem de preferência. Aí está a relação que enviei hoje pra Liga:

20. ONDE OS FRACOS NÃO TEM VEZ (2008), Joel e Ethan Coen
19. INIMIGOS PÚBLICOS (2009), Michael Mann
18. O LUTADOR (2008), Darren Aronofsky
17. FEMME FATALE (2002), Brian De Palma
16. FANTASMAS DE MARTE (2001), John Carpenter
15. RAMBO 4 (2008), Sylvester Stallone
14. CAÇADO (2003), William Friedkin
13. A PROPOSTA (2005), John Hillcoat
12. COLATERAL (2004), Michael Mann
11. KILL BILL Vol.1 (2003), Quentin Tarantino
10. ROCKY 6 (2006), Sylvester Stallone
09. BASTARDOS INGLÓRIOS (2009), Quentin Tarantino
08. SANGUE NEGRO (2008), Paul Thomas Anderson
07. GANGUES DE NOVA YORK (2003), Martin Scorsese
06. CIDADE DOS SONHOS (2001), David Lynch
05. EXILED (2006), Johnn…

UNDERCOVER (1995)

Série Scream Queens/Femme Fatales #1: Athena Massey 


Iniciando uma nova série aqui no blog, pra ver se dou uma animada, de vez em quando vou fazer umas postagens especiais homenageando algumas das minhas Scream Queens ou Femme Fatales favoritas, especialmente aquelas que faziam "sucesso" na minha época de adolescente. Portanto, não esperem Barbara Stanwyck ou Rita Hayworth como Femme Fatales. O negócio vai ser mais na linha Julie Strain e Maria Ford.

Mas, para começarmos, vamos de Athena Massey com o filme UNDERCOVER, um exemplar que mistura policial com softcore e  leva muito a sério a questão de cumprir o que promete. A única intenção dos realizadores é mostrar uns peitos de fora, portanto o faz com muita categoria.


Na trama (sim, temos algo que possa chamar de trama), uma prostituta de luxo é assassinada misteriosamente. É aí que entra Cindy (Massey), uma policial que precisa se disfarçar de garota de vida fácil para tentar encontrar o assassino. É claro que até chegar ao…

BULLET TO THE HEAD (2012)

BULLET TO THE HEAD é exatamente o que eu estava esperando. Simples, violento, objetivo e sem frescuras. E, de algum modo, um retorno aos velhos tempos dos filmes de ação casca-grossa. Baseado numa história em quadrinhos, marca o retorno de Walter Hill à cadeira de diretor para um trabalho feito pra cinema e tem Sylvester Stallone como Jimmy Bobo, um assassino profissional em busca de vingança. Mas isso vocês já estão carecas de saber pelas sinopses e trailers que rolam por aí. O que vocês realmente precisam saber é que Stallone passa o filme inteiro esmurrando, explodindo e atirando na cabeça de bandido, mesmo os desarmados, na covardia, e sem qualquer remorso! E nem passa pela cabeça do sujeito o chato clichê da crise de consciência por causa do seu tipo de trabalho e modo de vida. “Buah! preciso sair dessa vida de matança”, como dizem os pseudos action heroes desta geração politicamente correta.

E Stallone está perfeito por aqui. Chega até emocionar vê-lo construindo um personagem c…

JOE D'AMATO FAZENDO ESCOLA

PORNO HOLOCAUST (1981), de Joe D'Amato
NYMPHOMANIAC (2013), de Lars Von Trier

70 ANOS DE CRONENBERG

TOP 10
10. SENHORES DO CRIME (2007)
09.A HORA DA ZONA MORTA (1983)
08. THE BROOD (1979)
07. A MOSCA (1986)
06. MISTÉRIOS E PAIXÕES (1991)

05. SCANNERS (1981)
04. GÊMEOS - MÓRBIDA SEMELHANÇA (1988)
03. MARCAS DA VIOLÊNCIA (2005)
02. CRASH (1995)
01. VIDEODROME (1983)

IT'S ALIVE III - ISLAND OF THE ALIVE (1987)

O terceiro filme da série dos bebês monstros criado pelo genial Larry Cohen é considerado a ovelha negra. Lembro de ver pedaços dele passando no SBT já no final dos anos 90 com o título A ILHA DOS MONSTROS, mas não cheguei a ver tudo. Se os dois primeiros tinham a elegância do horror setentista, ISLAND OF THE ALIVE, realizado quase dez anos depois, possui um estilo mais escrachado do horror oitentista. Cohen foi capaz de levar a franquia em direções diferentes já no segundo filme, mas aqui ele chuta o balde de vez e expande o universo de IT’S ALIVE em possibilidades exageradas, engraçadas, dramáticas, mas sempre, claro, com muito sangue!

Michael Moriarty é o protagonista da vez, um ex-ator que não bate muito bem da cabeça e que, por uma ocasião do destino, é pai de um dos famigerados bebês monstrengos. O filme começa com ele implorando pela vida de seu “filho” diante de um tribunal, com direito ao monstrinho rosnando e marcando presença dentro de uma jaula. A essa altura, as criatura…

IT LIVES AGAIN (1978)

O mais legal de IT LIVES AGAIN é que ao invés de requentar os elementos do filme anterior, o diretor e roteirista Larry Cohen realmente se empenhou para expandir ainda mais o universo dos bebês monstros que ele criou. É claro, temos novamente um casal na mesma situação que os Davis, do filme de 74, mas os desdobramentos são totalmente diferentes. A criatura, por exemplo, é logo capturado no momento em que nasce, colocado numa gaiola e levado para um centro de estudo secreto onde já se encontram dois exemplares da mesma espécie sendo estudados. Bem diferente do solitário bebê mutante solto pelas ruas fazendo suas vítimas, como no primeiro filme.

Agora, alguns detalhes o Cohen teve que manter para o prórpio bem do filme, como a acidez na qual tempera seu horror movie com um tom de análise moral de maneira ainda mais dramática que seu antecessor. E não é porque se passaram quatro anos entre um filme e outro que a situação financeira da produção melhorou. Cohen precisa mais uma vez demon…

IT'S ALIVE (1974)

Preciso voltar a escrever com mais frequência sobre filmes de horror. É um gênero que eu amo tanto quanto ação e tenho estagnado o blog apenas com este último gênero... não pode. Portanto, decidi tomar jeito na vida e encarar a trilogia do Larry Cohen, IT’S ALIVE, que nunca tinha visto, para tentar reativar esse lado aterrorizante adormecido. Assisti ao primeiro hoje e encontrei um autêntico clássico!

Com uma atmosfera magnífica e extremamente original, o título remete ao clássico FRANKENSTEIN, de 1931, onde o cientista Henry Frankenstein grita ao dar vida ao seu monstro “It’s Alive! It’s Alive!”. O protagonista deste aqui, Frank Davis (o ótimo John Ryan) comenta, em determinado momento, que quando era pequeno pensava que Frankenstein era o monstro, vivido por Boris Karloff... e quem nunca pensou isso na infância? Essa cena reflete um bocado a situação do personagem ao se sentir o próprio Frankenstein por ter criado, com sua esposa, um bebê monstruoso terrível (concebido pelo Rick Ba…